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sexta-feira, 27 de abril de 2018

Filmes Para Estudantes de Psicologia (Meus Favoritos)

São incontáveis as obras cinematográficas que abordam temas que encontramos na psicologia, desde Psicopatologia até Fenomenologia (meus favoritos). Por esse motivo resolvi escolher apenas meus favoritos, aqueles que não canso de ver, e sempre quando está passando eu sinto obrigação de parar para assistir novamente, apesar de alguns não serem totalmente de cunho psicológico, podemos refletir sobre a trama e relacionar com a literatura.


1. O silêncio dos inocentes (1991)
Quem não gosta de um serial killer inteligente e charmoso?


2. Precisamos falar sobre Kevin (2012)
Aqui você encontra muita psicanálise, um drama muito bom pra quem se interessa sobre o tema.


3. O pianista (2003)
Esse é mais para as manas da fenomenologia, angústia, devir, mortes, etc.



4. Cisne Negro (2011)
Drama, transtorno de personalidade, adoro.



5. Fargo (1996)
Trágico com um toque de comédia, traços bem marcantes dos irmãos Cohen.



6. Psicose (1961)
Um clássico, também indico a série Bates Motel.



7. Clube da Luta (1999)
Drama, transtornos da personalidade, aquele filme que impacta no final hehe.



8. Garota interrompida (1999)
Assista, apenas.



9. Laranja mecânica (1971)
Esse é para as manas Behavioristas <3



10. Goodnight mommy (2016)
Nem tudo é o que parece ser :O um terror/suspense psicológico que eu amo.


11. O brilho eterno de uma mente sem lembranças (2004)
Assista, apenas. Angústia pra caramba :(



E esses são os meus favoritos, como deu pra notar eu curto mais os filmes de cunho existencial e terror/suspense psicológico, deixe seu comentário e opiniões !! 


Abraços! Milly :) 



quarta-feira, 18 de abril de 2018

Filosofia Psicologia e UX: minhas percepções


Entrei no meio acadêmico cursando Filosofia em meados de 2012 quando eu era apenas uma adolescente curiosa e em busca de algo que confortasse a minha alma. Saí do ensino médio direto para a faculdade, e aos dezessete já estava estudando Platão, Aristóteles, Descartes, Schopenhauer, Nietzsche entre tantos outros...

Em 2014 faltando cerca de 2 períodos para concluir o curso decidi mudar. Foi um susto para todos. Sempre senti que minha “vibe” era mais prática do que teoria, eu queria experiências, queria o contato com outro, estar no meio de pessoas, interagindo e auxiliando-as a encontrarem também, meios para sanar a inquietação da alma. Foi então que em 2015 passei novamente no vestibular, dessa vez pra Psicologia.

Mas o que UX (user experience) tem a ver com isso? Ora, todo conhecimento é interligado, é quase impossível estudar uma ciência sem fazer relações com outras teorias e vertentes, gosto de imaginar tudo numa “teia” da qual uma coisa se liga a outra. Caí de paraquedas nesse meio e sinto que enfim encontrei o que queria. Após algumas experiências resolvi escrever sob minha percepção, como, de alguma forma essas duas áreas colaboram no dia-a-dia ao lidar com as pessoas (usuários/sujeitos) seja no trabalho, nas atividades práticas da faculdade, na vida etc...

Um dia desses estava lendo uns artigos no Medium (A Guide to Persuading Users with Words, by Jason Fox), e me dei conta que mesmo inconscientemente eu acabo usando a retórica  de alguma forma quando vou a campo para realizar pesquisa com usuários. Sabendo que muitas vezes é difícil colher informações sobre determinado objeto que está sendo investigado, principalmente quando se espera um olhar mais crítico da pessoa em alguma tecnologia, levando em consideração que pessoas tem diferentes personalidades, sendo necessário saber como lidar com cada uma delas (aí entra a psicologia de novo). É claro que aqui a retórica é usada para obter informações mais claras e lógicas dos usuários, mas com muito cuidado para não influenciá-los a chegar a alguma colocação.

Assim como na retórica clássica, é preciso ter o cuidado para não manobrar o sujeito para o que você espera que ele faça e o que ele percebe naturalmente sem estímulo do moderador. Ou seja, é preciso muito cuidado para não enviesar a pesquisa, em outras palavras: não sejam sofistas! Haha.

Mas não apenas em pesquisa com usuários, a retórica também pode ser usada (e percebida) em interfaces, auxiliando o usuário ao tomar uma decisão:

Fonte: Spotify


Evidentemente, esses dois campos do saber são muito ricos cada um em sua particularidade, contendo uma gama de teorias e técnicas, porém, se assemelham em alguns aspectos. Conhecer um pouquinho de cada coisa ajuda bastante ao visualizar a “coisa” como uma grande teia de conhecimento.

Fonte: acervo pessoal UX Day

Abraços! 

#MillyUmaUtilidades 
Instagram: @emillymaa 
E-mail: mostemilly@gmail.com 


sexta-feira, 24 de março de 2017

Psicologia e Design, é possível?

Sempre fui uma pessoa curiosa e nunca tive a vontade de ficar para sempre executando a mesma tarefa, fazendo as mesmas coisas para sempre, pelo contrário, queria desbravar o mundo, aprender cada vez mais e interagir com outros estudiosos de uma área diferente da minha. Como vocês já sabem, iniciei no mundo ''acadêmico'' cursando Filosofia, adorava demais estudar as teorias e até mesmo dar aula, mas com o tempo, comecei a querer mais, ir além, lidar com pessoas e outros profissionais. Foi então que resolvi largar no sexto período e tentar Psicologia. 

Na cidade onde resido o campo de atuação mais forte de psicólogos é o de Recursos Humanos (devido ao polo Industrial) RHou Docência. Já na faculdade de Psicologia, comecei a quase me desmotivar mais uma vez, e comecei a cogitar a faculdade de Comunicação Social pois sempre gostei de escrever e pesquisar diversos assuntos. Foi então que tive contato com o mundo de UX Design. Mas Milly, o que é isso? Meus caros eu também não sabia, quando iniciei o estágio numa certa empresa fui crente que iria atuar no RH, porém tive a sorte de conhecer o outro lado da Psicologia, o de testes de usabilidade. 

Mas tem que ser psicólogo para trabalhar com isso? Não. Essa é uma área dentro do Design que estuda processos de interação de determinada ideia com pessoas e suas experiências, para aprimorar ou até mesmo validar algo. Apesar de ser uma área ''abraçada'' pelo Design, essas pessoas estudam bastante comportamento humano, reação, interação, emoções, engajamento e até mesmo estatística, o que casa bastante com quem estuda Psicologia. Além disso, é possível um diálogo com pessoas de outras áreas, principalmente as de tecnologia, o que agrega ainda mais aprendizados.  

Podemos fazer uma ligação de diversas áreas da Psicologia Behaviorismo (Psicologia Comportamental) Cognitiva,  Psicometria, Psicologia da Personalidade, Dinâmicas de Grupos e etc... Com  ''User Experience'', ou seja,  experiência centrada no usuário. 

Estou a pouco menos de 7 meses e estou adorando todos os conhecimentos adquiridos, vejo que realmente me encontrei numa profissão e isso é um sentimento tão bom que já estava a um tempinho querendo compartilhar com vocês. Espero ter ajudado pelo menos trazendo um novo olhar da profissão.







Abraços!
#Milly 

domingo, 29 de janeiro de 2017

#Psicologia: eu não quero ter clientes

Esse texto é o início de meu relato pessoal de experiencia ao entrevistar um adolescente para a disciplina Psicologia do Desenvolvimento II. Enjoy ^^

''É sempre um desafio entrar em contato com as histórias das pessoas, pois uma coisa é você ler e saber a teoria de trás pra frente, e outra é você olhar nos olhos do ser humano, ouvi-lo e saber seu sofrimento sem se impactar ou manter a distância necessária ‘’psicólogo versus cliente’’. Nunca entendi muito porque chamar o outro de ‘’cliente’’ não acho que a escuta seja uma mera ‘’venda de mercadoria’’ não estou estudando para vender o que aprendi (e que irei que ainda aprender) por 6 anos, mas sim, sou humana, estudei para ouvir e ajudar outro ser humano. A cada contato com o campo, é possível sentir na pele tudo o que ouvimos, tudo o que aquela pessoa passou ou passa na vida, é comum ouvir ‘’com o tempo você vai se acostumar e nem vai mais se impactar com essas histórias’’, eu prefiro que não, prefiro ser uma profissional que domina a teoria mas acima de tudo é humana e não trata o outro como ‘’cliente’’, comercializando o exercício de uma profissão tão bela. Deve haver sim o distanciamento, mas que seja para o benefício da ciência, para executar bem a escuta e auxiliá-lo com palavras quando necessário, diferente disso, seria apenas uma relação amigo – amigo e não psicólogo – sujeito. Ser psicólogo é muito mais que uma profissão, é ter amor e respeito ao próximo, é sentir sua dor e ajudá-lo a ser uma pessoa melhor. ''

#Milly

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Vamos falar de negatividade?

Você já teve que tomar uma decisão do nada que despertou o olhar de pessoas negativas? Certamente a resposta foi sim. Nesse post, irei discorrer sobre uma situação atual que me fez refletir muito sobre como as pessoas tem a necessidade de ver o lado negativo de tudo.

Ok, também nunca fui muito positiva, pelo contrário, sempre via o lado negativo de tudo, e isso me fazia muito mal, coisa que só aprendi a desapegar quando passei a estudar mais profundamente o auto-conhecimento, junto com a psicologia junguiana (que ficará para outro post ^^). 

Estava eu super feliz com o andar que a vida estava levando, e derepente meu celular toca; 

''- Olá, Emilly, vi que você vai casar, é verdade? 
- Sim. (já esperando a fala negativa da outra pessoa)
- Não acha que é muito cedo? Você é nova, conhece o rapaz a quanto tempo?
- Menos de 6 meses. 
- Ah sim, traz ele para conhecermos...
- Ta bom. ''

~ FIM. 

A questão que me intrigou, foi que em nenhum momento a pessoa desejou coisas boas, ou disse que estava feliz com o acontecimento, mas sim, duvidou e questionou ironicamente da situação. Mas, por que isso acontece? A meu ver, é uma forma de se sentir bem consigo mesmo, uma forma de torcer pelo mal do outro para amaciar seu próprio ego. O ser ''egóico'', que só pensa em si, e se o outro está menos feliz, então está tudo bem. 

Falta empatia nos corações, olhar o lado positivo das coisas, desejar o bem do outro, ver que nem todos são iguais. Viver nessa era de medo, se entregar a relações é rebelar-se! Eu prefiro me arrepender das coisas que faço por amor, do que me arrepender por viver uma vida sem emoção, seguir padrões nunca foi meu forte. Gosto mesmo é do diferente, mergulhar sem medo, e quando encontro pessoas parecidas com a minha intensidade, mergulho nua, despida de ''e se...'', vou lá e faço sem pensar, afinal só temos uma vida. 

E é isso que desejo meus caros! Que esse novo ano que se inicia seja mais positivo, e que as pessoas possam ser mais solidárias e empáticas. 

Grande abraço 

#Milly



quinta-feira, 23 de julho de 2015

#Relacionamentos Follow my blog with Bloglovin

Olá caríssimos, quem nunca presenciou ou até mesmo foi personagem principal de um relacionamento conturbado? Aquele que foge de uma normalidade, te priva de ser você mesmo, te afasta de amigos e da família, ou até mesmo te humilha e/ou te domina psicologicamente? Infelizmente esse tipo de relação é muito frequente, visto que cada ser é único, e cada um traz pra relação um universo de manias, culturas e até mesmo traumas. Por esse motivo, e pela pequena votação de temas que fiz na minha página no facebook: MillyUmaUtilidades, O tema da publicação de hoje será sobre relacionamentos doentios. Assista:




A um tempinho atrás, eu ganhei uma revista da editora Mythos Ed. 19 da qual trazia vários assuntos, dentre eles sobre por que algumas pessoas se relacionam de forma doentia, achei o tema bem interessante pois a autora usa elementos da psicanálise pra explicar como e porque supostamente isso ocorre nas relações ''amorosas'' de hoje em dia.

Primeiro vamos entender que amor e ódio possuem a mesma pulsionalidade emocional, e que o normal e o ''doentio'' ou patológico fazem parte de uma classificação diagnóstica dentro de vários viveres humanos. Em linha geral a psicanálise com Freud diz que nossa vida mental gira em torno do instinto de vida e de morte. Mas Emilly o que isso significa? Ao mesmo tempo que almejamos a saúde, a alegria e o bem-estar, nosso instinto também leva-nos a cometer atos de ódio e/ou de degradação. Vou parando por aqui pra não entrar em assuntos mais complexos rs. 

Mas, o que isso tem a ver com relacionamentos(?) Tudo. Pois o amor é o sentimento ''primordial'' da criação, do construir e constituir, da família do desejo, porém caminha na linha tênue com o ódio, paradoxo que pode até levar a morte. Cada indivíduo numa relação traz consigo um mundo de vivências e experiências, que podem ser tanto boas quanto más, e isso influência demais num relacionamento (qualquer relacionamento, sobretudo o amoroso).

O sentimento de ter o outro é uma forma de complemento para ambos os amantes, primeiro há a instância da paixão, que é onde ocorre a projeção de um sob o outro ''o que falta em mim que eu gostaria de ter, mas tem no outro, ou, o que falta na minha vida que eu gostaria de ter tido'' A paixão dificulta conhecer a pessoa como ela realmente é, fazendo-nos projetar no outro o que achamos ver nele.

Daí passado por esse estágio vem o amor, onde conhecemos realmente o outro, tiramos as vendas dos olhos e nos deparamos com uma série de coisas não muito agradáveis que fazem parte de qualquer ser humano, e com isso surge uma série de depreciações do outro, achamos que por mais que o relacionamento tenha coisas boas, ainda não é bom o suficiente, falta mais ou falta algo que pensamos ter encontrado, com isso surge conflitos, falta de diálogo ou outros problemas internos, gerando uma série de ''mal estar na civilização''.

Vivi isso a um tempo atrás, mas meu inimigo foi eu mesma, por não querer enxergar o que estava bem debaixo do meu nariz, mentindo pra mim mesma, em busca de algo que já não estava ao alcance das minhas mãos. Assisti um filme ontem com a minha mãe e achei bem interessante como o autor descreu sobre um amor jovem, que as vezes queremos tanto alguém, fazemos de tudo por essa pessoa (no filme o garoto viaja 24 horas de carro para encontrar quem ele achava ser o amor de sua vida) Mas na verdade não amamos, é só implicância e egoísmo de nossa parte, por não enxergar que o outro tem o direito a liberdade de escolhas e a mudar o que foi prometido. 






Vi esse vídeo da peça dirigida por Rogério Silva e achei muito lindo e intenso como os bailarinos mostram os altos e baixos de um relacionamento: 

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Blogueiros Universitários #MillyUmaPsicologiaeFilosofia

Hey meu povo, tudo bem? A publicação de hoje é sobre um projeto chamado: Blogueiros Universitários do Café de Beira de Estrada, onde compartilhamos com vocês nossas experiências pessoais com curso superior, sobretudo esclarecendo dúvidas e principalmente falando sobre o curso em si, para que jovens que cursam o Ensino Médio possam escolher qual profissão seguir no futuro. 

Como eu já tive experiências em sala de aula através da minha faculdade anterior, muitos alunos vinham me perguntar sobre a faculdade de Filosofia, e agora cursando Psicologia, vejo quão importante é auxiliar esses jovens, pois escolher qual curso seguir é uma tarefa bem difícil.





O Que Eu Curso na Faculdade? E Porque Troquei de Curso.

Como vocês já sabem, no post anterior eu falei sobre meu curso e sobre o vestibular, ( Dicas para o ENEM) Meu curso atual é Psicologia, mas eu quase me formei em Filosofia, ambos pela mesma Instituição. Eu Desisti de Filosofia no 6º período pra cursar Psicologia pois percebi que o curso de Psicologia tinha mais a ver comigo, eu me apaixonei pelo curso quando tive uma matéria chamada Psicologia da Educação (e quando conheci filmes com temáticas psicológicas também rs), onde tive contato com as principais vertentes dessa ciência. 

O curso de Filosofia foi de extrema importância na minha vida, eu entrei com 17 anos de idade ainda meio perdida por não saber o que esperar do futuro e nem tinha certeza se era isso que queria pra minha vida. Eu cresci com o curso, aprendi muitas coisas, conheci excelentes professores e fiz amigos incríveis. Fui pra sala de aula e hoje posso afirmar que ser professor não é pra qualquer um! Ser professor é pros fortes, literalmente, é gratificante saber que você está ali para somar e dividir com os alunos, pretendo voltar pra concluir assim que terminar o curso atual, foi uma experiência única na minha vida, e nunca deixarei ( e nem tem como) abandonar totalmente a Filosofia, pois além do meu curso atual precisar cegamente dela, todos nós estudantes seja lá de qual área for, precisamos desse curso. 

Sobre o Curso:

O curso tem duração de 5 anos (mas na minha cidade dura 6 anos, quase uma medicina) Tem matérias específicas do curso e de outras áreas também, entre elas; antropologia, filosofia, sociologia e até estatística. Estudamos biológicas também; Fundamentos de Anatomia, Fisiologia e Neuropsicologia. Entretanto a grade curricular muda muito de Instituição pra Instituição, tem casos de faculdades de psicologia que não dão Anatomia. O bacharel em Psicologia pode atuar em VÁRIAS áreas, desde hospitais e escolas até a consultórios particulares e órgãos públicos, também tem a psicologia corporativa que atua em empresas fazendo seleção de funcionários e zelando pela saúde mental dos mesmos. Portanto, nota-se que o psicólogo tem várias áreas para atuar, como diz minha mãe: ''Todo lugar precisa de psicólogo'' e é verdade. 

Por Que Precisamos Estudar Várias Áreas de Conhecimento? 

A resposta é porque o psicólogo faz uma verdadeira análise de vários contextos, seja sua vivência cultural e social, seja o que se passa em seu organismo (anatomia) e como isso afeta suas emoções, pois tudo isso influencia na saúde mental e por esse motivo temos que estudar várias áreas de conhecimento. Como vocês devem saber uma coisa puxa outra, e falando em psicologia só saber teorias não é o bastante, temos que buscar olhar por fora da caixa e investigar o máximo possível. Dito isso nota-se que o estudante de psicologia deve ter gosto para leitura e pesquisas, sobretudo no campo de ciências humanas. 

Pra que Serve a Psicologia? 

O principal papel da psicologia é trazer a saúde e o bem-estar às pessoas, estudando os fenômenos psíquicos, as emoções e buscando entender o comportamento humano, o psicólogo diagnostica, previne e trata doenças mentais e distúrbios psicológicos (NÃO CURA). Além disso, só tem permissão para aplicar testes aquelas pessoas formadas em psicologia. 

Não vou mentir que o que me atraiu para o curso também foi o estudo comportamental, desde criança eu adorava aqueles programas chulos de TV que tratavam de comportamento humano, mesmo sem entender direito porque aquelas pessoas abaladas na vida familiar estavam quebrando paredes de concreto pra descontar sua raiva e por pra fora emoções reprimidas haha. 

É só isso pessoal, espero que tenham gostado, tentei ser mais clara possível, sem enrolar muito ou escrever demais, se tiverem alguma dúvida que eu não respondi no post mandem um e-mail pro: mostemilly@gmail.com ou comentem aí em baixo. Abraços!


"A educação deve possibilitar ao corpo e à alma toda a perfeição e a beleza que podem ter"
Platão 


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